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terça-feira, 15 de julho de 2014

Reininho já está a ensaiar para a Bairrada

Rui Reininho, o líder dos GNR (banda), que no passado domingo sofreu uma crise de ansiedade (vulgo bebedeira) no decorrer de um programa na televisão de todos nós, parece estar em forma para dois concertos em terras bairradinas, ou seja, no Agitágueda e na Expofacic.

Quanto ao concerto de Águeda, Reininho optou por convidar Isabel Silvestre, mulher com uma voz invulgar mas também sabida nas questões de chás e plantas medicinais. No caso de Reininho ter novo ataque de ansiedade, Isabel preparará, de imediato, um chá de cidreira, que restabelecerá os valores "ansiosos" do artista.

Já para a Expofacic, em Cantanhede, Rui Reininho convidou a banda da Guarda Nacional Republicana, na esperança de que quantos mais estiverem em palco menos sobram para fazer patrulhas de balão nas rotundas da região, logo há menos probabilidades de Reininho ser apanhado com ansiedade a mais no sangue.

Já agora, mais a sério, os concertos dos GNR são a 19 deste mês, em Águeda, e a 30 de Julho também em Cantanhede com a Banda da Guarda Nacional Republicana.

Deixo aqui em video uma das razões que, possivelmente, estão na origem das crises de ansiedade de Reininho. Junta-te aos bons... vejam:


sábado, 16 de março de 2013

Uma bicicleta de pau e uma bebedeira que é fogo

Águeda suprepreendeu-nos, nesta semana que agora termina, com duas notícias do mundo das duas rodas. A primeira dá conta da construção de uma bicicleta de pau e a segunda mostra que é possível alguém manter o equilíbrio numa bicicleta eléctrica com uma carraspana avaliada em 4,41 g de álcool por cada litro de sangue.

Mas vamos por partes. O ex-futebolísta Zé Nuno Amaro, que há muito encontrou paixão pelas bykes, decidiu ser mais arrojado e levar a cabo um projecto para uma bicicleta de pau, ou mais cuidadosamente dito, "resultante de desperdícios da indústria da madeira".
 
Até aqui tudo bem, mas Zé Nuno Amaro estava longe de pensar que na mesma semana em que foi dado a conhecer o projecto, apareceu um ciclista, também de Águeda, a conduzir uma típica byke eléctrica com uma elevada alta tensão alcoólica, que ultrapassou os 4 g por litro de sangue.
 
O episódio não passou despercebido às gentes de Águeda que nunca viram tanta bebedeira a circular em duas rodas e vai daí ligaram para a GNR. As autoridades conseguiram detectar o bafo de álcool e o seu titular mas na condição de peão sentando a aquecer as mãos numa pequena fogueira... e nem rasto da bicicleta.
 
Onde foi buscar a lenha o ciclista? Ups acho que Zé Nuno Amaro ficou sem protótipo.

terça-feira, 27 de março de 2012

De uma noite de bebedeira nasceu o famoso grupo Pichel

Há efeitos secundários bem piores naquilo que à ingestão etílica (vulgo bebedeira) diz respeito. Lá para os lados de Vila Nova de Monsarros (Anadia) o resultado de uma noite bem bebida, com muita cerveja e um grande pote, descambou num grupo de amigos, que 25 anos depois ainda resiste, leva a cabo várias actividades e até apoia o Centro Social da freguesia. É caso para dizer: Que grande e nobre ressaca!!!

A história, contada aqui dá nota que o Grupo Pichel (vaso, bilha ou picheira para vinho - percebe-se porque escolheram aquele nome, dada as abichanadas alternativas) nasceu há 25 anos quando um grupo de amigos, numa das festas da freguesia, foi até à quermesse e a um deles saiu um grande pote de barro. Ideias não faltaram para o pote e vai daí toca a enchê-lo de cerveja, até ao ponto de conseguirem, alguns deles lá para o fim da noite, comunicar com o mesmo, tratando-o de forma íntima por Pichel, fazendo lembrar a rábula de Vasco Santana a pedir lume a um candeeiro, no Pátio das Cantigas.

A partir dali, aquele grupo começou a promover iniciativas, que se foram diversificando (usando o Pichel para vinho e não apenas para cerveja), organizaram excursões, passeios de bicicleta e até instituíram um encontro anual no dia 1 de Maio, nas Termas de Vale da Mó.

Já com o Pichel original desfeito, o grupo faz um brinde alusivo ao grupo para angariar fundos. Este ano é uma caneca em inox com uma fita porta chaves a dizer Pichel 2012.

Diz a história do grupo que no início o dinheiro que sobrava dos eventos era para fazer face a despesas da então já colectividade, mas ultimamente o que se consegue é para o Centro Social de Vila Nova de Monsarros.

Os "directores" picheleiros dizem que o pote de barro original já se partiu e já vários potes se seguiram mas "o verdadeiro espírito do Pichel continua vivo, o grupo continua a crescer, está activo e recomenda-se".

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Atenção… hic... vem aí um aumento… hic… de 20 %

As previsões assim o apontam e mesmo as mais pessimistas dão conta que o vinho Bairrada desta colheita vai ser realmente muito bom e pode mesmo chegar a um aumento de 20 por cento na produção.

Se há boas uvas e boas castas, à partida, podemos ficar descansados quanto ao resultado do néctar, mesmo que muitas sejam sujeitas a uns pós de perlimpimpim ou sempre aquela ligação milagrosa com H2O, exactamente a fórmula usada há 2010 anos atrás na tão famosa transformação de vinho em água, relatada nos compêndios da história cristã. Só que Cristo não imaginava que, tantos anos volvidos, viesse a ter tantos seguidores de tal acto milagroso.

Bem, mas deixemos os maus exemplos e vamos regozijar-nos com o facto de ter muito e tão bom na perspectiva da colheita de 2010, que como diz quem sabe, ainda beneficia do facto do fim das décadas dar um cunho especial de qualidade à colheita.

Em suma, muito e bom, o que antecipa alguns cenários de pura bebedeira… mas com qualidade.

Sem querer incentivar o consumo de álcool, o Bairradices deixa aqui algumas das razões que ao longo de várias dezenas de anos levaram grandes pensadores a dissertar sobre questões meramente etílicas.

Aqui ficam:

“Nunca confie num homem que não bebe” (Provérbio Chinês)

“O álcool não faz as pessoas fazerem as coisas melhores. Ele faz com que elas fiquem menos envergonhadas por fazê-las mal”. (William Osler)

"Eu aproveitei mais o álcool, do que ele se aproveitou de mim" (Winston Churchill)

"O Vinho é uma prova constante de que Deus nos ama e deseja ver-nos felizes" (Benjamim Franklin)

"O Vinho é a mais sã e higiénica das bebidas" (Pasteur)

"Deus criou a água, mas o Homem fez o Vinho" (Victor Hugo)

"A penicilina cura os homens, mas é o Vinho que os torna felizes" (A. Flemming, Nobel da Medicina)

"Os que bebem Vinho vivem mais do que os médicos que o proíbem" (Mussolini)

"Um Vinho Bom, é sempre bom em qualquer parte do Mundo" (Ana Luísa Calém)

"Não se pode fazer Vinho ao acaso - a qualidade é o que o consumidor gosta e paga" (Luís Pato)

"O Vinho é indispensável artigo de permuta para a moeda de ouro que nos falta" (Emydio Navarro, Jornalista e Político)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Face Oculta de Anadia e da Blogosfera

Depois de ver uma postagem no blogue vizinho Anadia Sem Gente, estando eu há vários dias a pensar como deveria abordar a situação, sinto que é tempo do Bairradices (mesmo indo contra os seus princípios) falar daquilo que nos parece muito mal e que se tem passado num outro blogue que julgamos ser também nosso vizinho. Até porque os presidiários, como se fala, têm código de conduta, daí ser muito mau se nós os bairradinos dos blogues continuássemos a ler e a calar perante aquilo que o Face Oculta de Anadia tem trazido à blogosfera.

Desde chamar, entre outras coisas, criminoso, bêbado e ladrão ao presidente da Câmara de Anadia, este blogue fala também de… Mais nada, sim mais nada.

Para o blogue em causa, a Face Oculta de Anadia são as peripécias do presidente da Câmara e não aquelas pessoas que de forma anónima, avulsa e irresponsável entram na toada do “diz que disse” e numa perseguição terrorista atingem o autarca em todos os sentidos.


Mas, sinceramente, amigos leitores, ao longo da vida já conheci algumas pessoas com os indicadores etílicos exagerados (bêbedas mesmo) e uma das muitas coisas que têm em comum é que falam alto, falam do que não sabem e estão sempre a repetir a mesma coisa, a bater na mesma tecla. Por isso, não sei quem é o mais borrachola ou pirrónico. Quem sabe se a origem do termo “alcoólico anónimo” não será de alguns bebedolas, que sem dar a cara, não se cansam de repetir futilidades.

Não estou a defender o presidente da Câmara nem tão pouco os seus hábitos, só estou a acusar a forma como o(s) senhor(es) do Face Oculta de Anadia perseguem aquele ser humano, sem lhe dar qualquer chance para que vos convide para beber uns copos, já que está visto que todos gostam.

Cá para nós, sei que a maior parte das vezes até é difícil, mas tentem fazer isso com um pouquito de humor. No Bairradices tem vezes que resulta.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Bebedeira a pedal ou ciclismo vinícola

A história é verídica e passou-se em Cantanhede. O tribunal local acaba de condenar um ciclista a 210 euros de multa e três meses de inibição de condução de veículos motorizados, por conduzir uma bicicleta com uma taxa de 3,32 gramas de álcool por litro de sangue.

A bicicleta está aqui como "a cereja no topo do bolo" para tão rocambolesco episódio, que começa pela histórica taxa alcoólica, ou melhor, pelo pouco sangue no álcool que apresentava o ciclista, de 52 anos de idade.

Para além do vinho, o azar também lhe bateu à porta, pois embateu, na noite de 25 de fevereiro, num veículo ligeiro estacionado na via pública, na vila da Tocha, tendo danificado o espelho retrovisor do automóvel.

O amigo Hélder - é o seu nome - foi obrigado a efectuar o teste do balão pelas autoridades, depois da proprietária do outro veiculo ter chamado a GNR e o resultado foi... Pummmm, trazendo ao de cima 3,32 gramas de álcool por litro de sangue.

Reconhecendo que tinha bebido "alguns copos de vinho tinto", durante um encontro de amigos, pouco antes do acidente, Hélder disse que, no entanto, só se apercebeu que estava com tão elevada taxa de alcoolemia depois de ter feito o respectivo teste.

Num acidente a 800 metros de casa, a "pilotar" a sua bicicleta, Hélder ganhou o direito de ficar inibido de conduzir veículos com motor durante três meses e ter de pagar 30 dias de multa, à taxa de sete euros diários, para além de pagar as custas judiciais.

Para moral da história deixamos o aviso: Se pedalar, não beba.

Mas ainda estou a pensar como se pode atingir tal taxa a beber "uns tintos". O vinho Bairrada é fantástico.

A propósito, deixo um hino ao momento, com a ajuda dos Queen:

"I want to ride my bicycle
I want to ride my bike
I want to ride my bicycle
I want to ride it where I like"
hic...hic...hic
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