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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Impotência do marido rendeu-lhe 25 mil euros

O Tribunal de Anadia, ou melhor o Juízo de Grande Instância Cível de Anadia, da Comarca do Baixo Vouga, fixou um valor de 25 mil euros de indemnização a uma senhora privada das totais faculdades sexuais do seu marido.

Tudo aconteceu no desfecho de um processo de um acidente de viação, em que a vítima (na altura com 59 anos e agora com 70 anos) saiu com ferimentos graves do mesmo, privando a sua companheira das maluquices conjugais. O acidente terá sido provocado por um outro automobilista que não tinha a viatura com o seguro em dia.

Concluindo, o Fundo de Garantia Automóvel não entendeu que a senhora vítima da impotência do marido tivesse direito a qualquer indemnização por se ver privada dos préstimos sexuais do marido. A coisa arrastou-se nos tribunais e vai daí, por ter ficado «total e permanentemente privada» da sua vida sexual, vai receber aquela quantia.

Um acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, segundo deu a conhecer a Lusa, sublinha que a mulher se «encontra vinculada, por virtude do casamento, entre outros, ao dever de coabitação e de fidelidade, assistindo-lhe o direito ao trato sexual com o seu cônjuge, que, por força do acidente de que foi vítima, está definitivamente incapacitado de cumprir».

À data do acidente, que se registou em Fevereiro de 2002 no IP3, o homem tinha 59 anos e, segundo o acórdão, «levava com a sua esposa uma vida sexual activa, satisfatória para ambos».

Uma vida sexual que os «unia profundamente» e lhes proporcionava «uma existência feliz».

Assim, e além de uma indemnização ao homem, no valor de 115 mil euros, o tribunal fixou também uma indemnização para a mulher, de 25 mil.

Aqueles valores foram fixados na Comarca do Baixo Vouga - Juízo de Grande Instância Cível de Anadia, tendo o Fundo de Garantia Automóvel recorrido para a Relação, contestando a indemnização à mulher, mas foi mantida a decisão da primeira instância.

O Fundo de Garantia Automóvel alegou que o dano sofrido pela mulher da vítima «não tem suporte legal para merecer a tutela do Direito», defendendo que os terceiros apenas têm direito a indemnização por danos por si sofridos reflexamente no caso de morte.

O tribunal contrapôs que os danos não patrimoniais sofridos pela mulher «são graves», enfatizando que a sexualidade, pelo menos dentro do casamento, «pode ser encarada como um direito de personalidade».

Ora pois.

Leia o texto integral e original aqui

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Senhora de Anadia nas urgências enrolada com o cunhado?

Como é que nos escapou esta? Ou melhor, como é que esta me escapou? A revelação é feita por Tiago Mesquita (www.expresso.pt) que fala de uma senhora anadiense que deu entrada nas urgências com o futuro cunhado acoplado à traseira (ehehehehehe). Pois, podem rir-se. Futuro cunhado que pelos vistos não chegou a ser (ihihihihih). Mas vamos à crónica de Tiago Mesquita que começa com revelações surpreendentes de fé de alguns portugueses.

Está crónica, que a seguir transcrevo, pode ser lida aqui. Vamos então a isto:

"Nunca percebi muito bem a dificuldade que algumas pessoas têm em entender que certos orifícios têm uma função específica e não se tratam propriamente de depósitos ou "gavetas corporais" para irmos guardando os objectos que entendermos, mesmo que os estimemos muito e por essa razão façamos questão que nos acompanhem para todo o lado. Há outro tipo de formas de o fazer: nunca ouviram falar no chamado saco de plástico? Carteira? Mochila? Mala? Porquê no ânus meus amigos?

E são múltiplos os casos de inserção de todo o tipo de objectos estranhos em partes do corpo. Coisas que fazem sentido ser utilizadas, consumidas ou veneradas no exterior mas que alojadas no recto ou no cólon não se percebe muito bem para que servem, ou o que ali estão a fazer.

Cenouras, pepinos (cuidado com a e-coli), garrafas de Fanta e Coca-cola de 33 cl e de licor beirão (fantasias com El português?), latas de todo o tipo de refrigerantes, frascos, tubos do aspirador (limpeza intestinal?), comandos da televisão, do vídeo e do ar condicionado (para refrescar?), cabos de martelos e outro tipo de ferramentas, e houve até o caso de uma senhora da zona de Anadia que entrou nos HUC com o futuro cunhado acoplado à traseira, ambos enrolados num lençol. Acho que não é preciso dizer que o casamento não se realizou.

Mas o pior está para vir. E mesmo acreditando que muitas pessoas sentem, por uma questão de fé, ter a Nossa Senhora dentro delas, já me custa mais entender qual a relação entre isso e o facto de num Hospital em Coimbra ter dado entrada um senhor com uma estatueta da Nossa Senhora de Fátima enfiada no ânus, com a desculpa de que andava nu em casa e tropeçou. Pelo menos teve o discernimento de não usar como desculpa o catolicismo praticante para a realização de tamanha façanha. É que até na religião convém estabelecer alguns limites. E não entendo como é que por enfiar uma Nossa Senhora de Fátima no rabo, mesmo tratando-se de promessa, a vida desta pessoa pudesse melhorar de alguma forma.

Conclusão: parem por favor de usar o rabinho como armazém para todo o tipo de coisas, não tem piada nenhuma para quem tem de as retirar do interior e os contribuintes/Estado não têm obrigação de comparticipar este tipo de bizarrias.

PS: aos mais pudicos que vierem mostrar-se muito indignados com estas linhas fiquem cientes que a minha indignação é tão grande ou maior do que a vossa, pelo que me solidarizo com as vossas palavras".

Tiago Mesquita

Agora pergunto eu: Com a nossa última oferta ao papa, aquando da sua visita a Portugal, não estaremos nós a incentivar estas "profanidades"?. Olhem só para a foto desta postagem, lá em cima.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mas quem será...?


Mas quem será? mas quem será? mas quem será?
O pai da criança, eu sei lá, sei lá..eu sei lá, sei lá
Mas quem será? mas quem será? mas quem será?
O pai da criança, eu sei lá, sei la..eu sei lá, sei lá

Mas quem será, o atrevido?
Que nesse dia pela porta entrou
Mas quem será, o atrevido?
Que nesse dia pela porta entrou

Maldita a hora que a patroa descobriu
O malandro do patrão com a sopeira dormiu
Maldita a hora que a patroa descobriu
O malandro do patrão com a sopeira dormiu

Nota: Este não é o segredo do famoso leitão da Bairrada - não confundir. A verdadeira resposta para a qualidade do leitão na Bairrada já foi aflorada anteriormente pelo Bairradices. Vejam aqui.

domingo, 21 de novembro de 2010

Prostituição promovida por perceptível placa

Pela foto que aqui deixamos é patente a forma como se promove uma das não reconhecidas maravilhas da Mealhada. A respectiva placa, que se encontra num dos pinheiros na ligação entre a Mealhada e o Luso, mostra o rigor quilométrico da presença das ditas, advertindo os condutores para a presença de coisas estranhas nas bermas da estrada ou nas entranhas do pinhal.

Depois do Bairradices ter deixado aqui eco de protesto sobre uma notícia do Correio da Manhã (esta aqui), relativamente ao facto da Mealhada ser um dos pontos negros da matéria, sugerimos depois (aqui) para que se colocassem placas de aviso da existência de tal negócio e de protecção para quem o exerce e, finalmente, (aqui) alertámos para o uso de coletes fluorescentes, mas sinceramente desconhecíamos a existência desta perceptível, patente, percebível e palpável placa... sem dúvidas, a 300 metros. Assim fica toda a gente avisada.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Se a moda pega o sexo de beira de estrada passa a ser fluorescente

Depois do Bairradices ter alertado que as autarquias da Bairrada estariam a pensar colocar placas de trânsito a sinalizar zonas de prostituição, como se faz em Treviso (Itália) e que aqui neste post demos conta, agora aparece-nos mais uma medida de prevenção de acidentes de trabalho, vinda da vizinha Espanha.

A ideia consiste em pôr as senhoras meretrizes - que estão junto às estradas - todas de colete amarelo fluorescente. E o melhor é não brincar com a coisa, pois as referidas senhoras se forem apanhadas sem tal equipamento pagam 40 euros de multa. Isto passa-se apenas em Els Alamus, na Catalunha, mas o Bairradices, em conversação com um blog congénere daquela região, apurou que responsáveis políticos internacionais (bairradinos incluídos) estão a fazer chegar mensagens de regozijo pela medida tomada localmente, fazendo antever que vai ser próspera a proliferação e fabrico deste material.

Com podemos ler na imprensa, a medida pode ser vista como uma preocupação com a segurança das prostitutas locais - e a polícia garante que é disso que se trata. Mas a verdade é que nos últimos meses o presidente da câmara local tem emitido legislação no sentido de banir a prostituição das áreas urbanas.

No entanto, posso garantir ao senhor presidente da Câmara que não é assim que vai banir as meninas da estrada. Às tantas o senhor até criou um negócio paralelo (não estou a falar do fabrico de coletes, esse já existe) pois quem sabe se as rainhas da estrada não começam a usar o colete para colocar a "ementa" dos seus serviços ou slogans do género: "Perca uns euros, pergunte-me como".

Tentando visualizar esta legislação aplicada à nossa Bairrada até que o efeito não seria nada mau. Imaginem o lusco-fusco na ligação da Mealhada ao Luso ou noutros lugares de prostituição fértil bairradina. Meus amigos, com tanto colete reflector e tanta luz havia gente convencida mesmo que estava em Las Vegas.

Deixem lá vir os coletes deixem e depois não se admirem de ver publicidade da região nas costas delas, do tipo "Eu sou uma das Maravilhas da Mealhada" ou "Levo-te às profundezas como no Underground Museum", ou simplesmente "Vem cá ao Velódromo e faz-te à pista".

Enfim, nunca podemos agradar a todos. Se uns há que querem esconder o problema, outros parece que querem vê-lo de forma fluorescente. A mim só me preocupa se um dia destes estiver descansadinho a mudar um pneu do carro, de coletezinho como manda a lei, e for abordado para vender sexo.

sábado, 31 de julho de 2010

E viva o porco no Dia Mundial do Orgasmo

Já em Outubro de 2009 o Bairradices desvendou o segredo da qualidade do Leitão da Bairrada, que passava pela forma dedicada e especial como o porco se entregava à porca. Vejam aqui.

Hoje, por forma a marcar o Dia Mundial do Orgasmo, faz todo o sentido homenagear o maior de todos eles, já que o porco consegue ter 30 minutos seguidinhos de revirar os olhos e soltar grunhidos esquisitos.

Só para ficarmos com uma ideia, o orgasmo tem uma duração variável de dois a 10 segundos no homem e muito mais na mulher (pois) conseguindo cinco a dez segundos a mais que o homem (já não bastava terem os tais múltiplos).

Nas minhas pesquisas pela Internet fiquei a saber que elas na hora do orgasmo, com as paredes vaginais conseguem soltar uma descarga eléctrica de 244 minivolts (isto assusta).

Mas voltamos aos animais para falar do parente pobre dos orgasmos: O coelho. Pois para além de copular de forma rápida e breve ainda vai conseguindo quatro segundos de orgasmo. Mas o porcoooo... que exagero.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Atenção não atropele quem trabalha

A cidade de Treviso, no norte da Itália, deixou o país de boca aberta ao decidir reforçar a segurança das trabalhadoras do sexo, como se pode ver na placa. Literalmente, as estradas da região têm várias placas avisando a presença de prostitutas.

No seio dos motoristas daquela zona reina a confusão, já que uns percebem que o sinal é de alerta para o perigo e outros entendem-no como uma placa de informação, assim do tipo "Restaurante a 100 metros".

Perante a sinalização "suis generis" o certo é que o trânsito está mais lento, uns para não atropelar, de facto, as ninfas do sexo pago e outros para aproveitar e apreciar as vistas.

Sabe-se, no entanto, que a ideia dos italianos parece recolher muitos adeptos pela Europa. E na Bairrada já se fala nesta solução ou em outras para avisar a existência de focos de prazer (relativo) junto às estradas. O Bairradices tentou falar com responsáveis das Câmaras de Águeda, Anadia e Mealhada - onde parece haver pretexto para a colocação de placas - mas não conseguiu qualquer confirmação.

Pessoalmente, eu acho que não deviam optar por uma acção tão radical. É que depois, se a coisa avança, já não posso parodiar mais com os sinais "Caça Grossa" e "Lomba ou Valeta", para além de se perder todo o factor surpresa para quem circula na região.
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