segunda-feira, 25 de março de 2013

Uma ideia aporcalhada para animar uma feira

O Bairradices, a pensar nas festas de Verão, nos festivais de leitão e afins, deixa uma sugestão para um concurso diferente que pode ser "importado" de Ourique. Grunhir é algo que se faz bem por lá, ao ponto de ser premiado com um presunto. Ainda bem que o concurso não passa por relinchar senão o prémio era um "tuppervware" de almôndegas.

Capital do Porco, Ourique põe os seus habitantes a grunhir. A Bairrada podia ajustar o concurso ao leitão mas será que alguém se sujeitava subir ao palco para levar com um pau enfiado do rabo até à goela? Xiu, não respondam...

Vejam a notícia da SIC:



segunda-feira, 18 de março de 2013

Harlem Shake com toque bairradino

A nova coqueluche da expressão musico-corporal através da Internet - Harlem Shake - já chegou à Bairrada. O hit mundial das visualizações que um dia destes destrona o Psy com o Gangnam Style (Óno sanaié, lá lá la e lá lá... ai que noja) já se faz sentir pelo território bairradino, embora ainda com uma tímida expressão, só mesmo em formato caseiro.

Na esperança de um dia destes ver uma rave bácora a cantar e a dançar "Terrorista", deixo-vos para já o contributo bairradino para a tendência Harlem Shake internacional.

Ora vejai:



 

sábado, 16 de março de 2013

Uma bicicleta de pau e uma bebedeira que é fogo

Águeda suprepreendeu-nos, nesta semana que agora termina, com duas notícias do mundo das duas rodas. A primeira dá conta da construção de uma bicicleta de pau e a segunda mostra que é possível alguém manter o equilíbrio numa bicicleta eléctrica com uma carraspana avaliada em 4,41 g de álcool por cada litro de sangue.

Mas vamos por partes. O ex-futebolísta Zé Nuno Amaro, que há muito encontrou paixão pelas bykes, decidiu ser mais arrojado e levar a cabo um projecto para uma bicicleta de pau, ou mais cuidadosamente dito, "resultante de desperdícios da indústria da madeira".
 
Até aqui tudo bem, mas Zé Nuno Amaro estava longe de pensar que na mesma semana em que foi dado a conhecer o projecto, apareceu um ciclista, também de Águeda, a conduzir uma típica byke eléctrica com uma elevada alta tensão alcoólica, que ultrapassou os 4 g por litro de sangue.
 
O episódio não passou despercebido às gentes de Águeda que nunca viram tanta bebedeira a circular em duas rodas e vai daí ligaram para a GNR. As autoridades conseguiram detectar o bafo de álcool e o seu titular mas na condição de peão sentando a aquecer as mãos numa pequena fogueira... e nem rasto da bicicleta.
 
Onde foi buscar a lenha o ciclista? Ups acho que Zé Nuno Amaro ficou sem protótipo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Sobremesa aporcalhada

A ideia original é de uma tal Fiona, da Holanda. A coisa internacionalizou-se e foi parar ao Brasil. Depois, foi um leitor do Bairradices que viu, gostou e enviou... e não tarda muito está aí num cardápio de um restaurante da Bairrada como sobremesa.

Como ando sem grande inspiração e antes que faça por aqui uma verdadeira imundice... Fica aqui esta porcaria imensa, mas apetecível e de fazer babar qualquer pessoa. Obrigado António Pedrosa.

PS: Não tenho a receita, mas pelo que vejo bastam uns bons palitos de kit kat e uma porcaria qualquer para rechear a pocilga.  

segunda-feira, 4 de março de 2013

Um chazinho de energia eléctrica por favor

Mudam-se os tempos... mudam-se os hábitos consumistas. Há uns anos valentes ( e creio que ainda é um clássico também da nossa Bairrada) era natural chegar a um bar e pedir um "café com cheirinho". Até aqui tudo bem. Mas o pior é quando o cheirinho tresanda a fio eléctrico, ou seja a factura do cafezinho ou do chá vem em euros e com taxa de conversão em quillowats.
 
A foto que apresento - e que foi enviada por um leitor do bairradices para o e-mail bairradices@gmail.com - dá conta de um espécime contabilístico deste tipo, de uma unidade comercial de Anadia, onde alguém consumiu um café, um chá e um choque eléctrico. O resultado foi este. Se a coisa pega, vou começar a ir tomar café só depois das 22h00 para apanhar a tarifa bi-horária e poupar na factura. É a crise.
 
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