O Bairradices apresenta a solução bairradina para os problemas de obstipação, constipação e prisão... de ventre.A receita, apresentada em "publinfelicidades", é da responsabilidade da aguedense Com.Cenas Associação Cultural. Vejai... e bom feriado.
A Bairrada no seu melhor. Factos, situações e pessoas dignos de um registo virtual porque nem só de vinho e de leitão vivem os bairradinos
A Câmara de Anadia, uma das poucas e resistentes autarquias que ainda gere, pelos seus próprios meios, a recolha de lixo, acaba de oferecer um "passatempo", um "quebra-tolas", para desenvolver o QI dos seus munícipes em época de Natal, ou quiçá uma prenda antecipada no sapatinho, pena que de lixo se trate.
Para dar algum descanso ao intelecto, obrigando os neurónios a uma merecida greve resolvi citar a Wikipédia, que nos dá uma definição interessante para o termo "greve". Aqui vai:
Pela foto que aqui deixamos é patente a forma como se promove uma das não reconhecidas maravilhas da Mealhada. A respectiva placa, que se encontra num dos pinheiros na ligação entre a Mealhada e o Luso, mostra o rigor quilométrico da presença das ditas, advertindo os condutores para a presença de coisas estranhas nas bermas da estrada ou nas entranhas do pinhal.
Foi bom enquanto durou, mas como não há fartura que não dê em fome (adágio popular invertido pela necessidade), eis que os 204 funcionários da Câmara de Águeda vão ter que devolver, já a partir deste mês, os aumentos salariais que receberam desde o final de 2009, ao que aparece indevidamente.No total, a Câmara pagou 300 mil euros de forma indevida, decorrente da actualização salarial de há um ano, que abrangeu metade do quadro de pessoal da Câmara de Águeda.
Uma catadupa de erros administrativos, que melhorou os salários do pessoal, veio a ser analisada melhor e o executivo de Gil Nadais foi obrigado a pedir a devolução dos referidos aumentos.
Os funcionários que receberam este "empréstimo" podem pagar o que receberam indevidamente em prestações mensais e sem juros. Muito bom negócio, sem spread's, sem Euribor's e sem mácula... cá para mim a história vai ter mais episódios.
Já não há quem segure os funcionários da Câmara de Oliveira do Bairro que, ansiosa e desesperadamente, aguardam há um ano para começar a soprar no balão antes de ir para o trabalho, conta esta semana o Jornal de Notícias, veja.Agora, quanto a esta nova decisão de analisar o bafo a Baco dos trabalhadores, não sabemos é como o senhor presidente a vai impor, pois a Comissão de Protecção de Dados considerou que os testes violam a vida privada dos trabalhadores, assim um tipo de manter anónimos os trabalhadores com um grão na asa.
Segundo conta o JN, o assunto alcoólico foi carregado de cicuta pelo vereador da oposição Jorge Mendonça (CDS/PP), que quis saber se já foram efectuados alguns testes e se já há prevaricadores. Cá para mim, o vereador queria resultados para registar mais um veemente protesto contra a "privatização" da água do município e a propalada subida de preços desde então, para sustentar que os funcionários optam por ingerir cerveja ou uns tintos por ficar mais em conta que a "água del cano" agora através da LADRA (Ligação às Águas Da Região de Aveiro), como o próprio chamou aqui há uns tempos.
Voltando ao regulamento interno da Câmara sobre o assunto, este diz - e ainda não sabíamos - que o consumo excessivo do álcool pode produzir efeitos negativos ao nível do absentismo, produtividade no trabalho, na relação com os utentes dos serviços e com os colegas de trabalho.
Segundo o JN até já há quadro penal para os prevaricadores. Quem for apanhado com uma taxa de 0,5 gramas de álcool por litro de sangue (0,5 g/l) fica sujeito à pena de suspensão de funções. Quem recusar o teste viola o dever de obediência e fica sujeito ao regulamento disciplinar.
Para castigar verdadeiramente a malta dependente dos sulfitos, sugiro ao senhor presidente que equacione mandá-los para as obras da propalada Alameda da Cidade, pois só o facto de saberem que não se safam dali tão depressa pode provocar um positivo efeito dissuasor em relação à problemática.