Porque ainda vem a propósito, vamos lá ouvir esta pérola musical bairradina cheia de poemas(?) a acabar em "eiro" e "ões", o que para os mal intencionados dá para reescrever e adaptar a letra da magnífica composição em causa.
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A Bairrada no seu melhor. Factos, situações e pessoas dignos de um registo virtual porque nem só de vinho e de leitão vivem os bairradinos
O facto de querer ser marinheiro não é estranho porque Alegre, desde tenra idade, sempre que vinha à varanda, em casa, na "Rua de Baixo" via um mar de água das famosas cheias aguedenses. Se fosse um país de normalidade era ver o poeta na proa de uma bateira ou de "Um Barco para Ítaca" na qualidade de Capitão de Mar e Guerra ou de "Príncipe do Rio" na incansável missão de (evitar) meter água na embarcação, mesmo "Contra a Corrente"e contra "A Senhora das Tempestades", ansioso para "Chegar Aqui", no "Atlântico" com "Alma" para assumir "A Terceira Rosa" ou, melhor dito, assumir a terceira via do partido da dita, na sua "Arte de Marear" e armado em "Cão Como Nós".