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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Há uma linha que separa a visão da alucinação

Há uma linha que separa o que ontem deu jeito e que hoje não serve nada nem ninguém, o que era útil e o que não vale nada, o que podia desenvolver a região e o que pode levar ao marasmo.

Há uma linha que separa agora a Mealhada, Cantanhede e Montemor da cidade da Figueira da Foz. Uma linha que separa a visão de três presidentes de Câmara e a alucinação de um outro.

Ramal da Figueira da Foz não é ficção. É algo sem solução.

sábado, 2 de abril de 2011

Ressaca de um dia bairradino em grande

Por um dia tive a noção que os agentes políticos (e não só) dos concelhos da Bairrada tinham chegado a acordo quanto à paternidade do Leitão.

Por um único dia percebi que nada assombrava, na Mealhada, a organização do Carnaval mais brasileiro de Portugal e que até já estava em preparação a próxima edição, que o raio do rei deixava de ser brasileiro e que o presidente conseguia, fluentemente, explicar as coisas do entrudo.

Em 24 horas acreditei que a malta estava conformada com o deslize do Renato, em Cantanhede, acabando com os jogos de basquetebol e torneios da malha para angariar fundos não sei bem para quê.

Por um dia acreditei mesmo que em Anadia o Lino Pintado tinha deixado a política para os políticos, como disse o vizinho Anadia Sem Gente.

Por um único dia cheguei a ver que a construção da Alameda da Cidade de Oliveira do Bairro estava a evoluir bem e permitia pensar já numa inauguração.

Por umas míseras 24 horas, e dos lados de Águeda, quase vi um concerto do Hélder Tanais com a Ti Maria da Peida a ter lotação esgotada no Parque de Feiras e Exposições, assim como o filme do Pedro Quinjolas a ser nomeado para os Óscares pela melhor banda sonora, pelo roncar metálico da sua Famel.

Tudo aquilo, imaginem, num só dia... só que em tanto dia num ano, tinha que ser logo a 1 de Abril, o dia consignado aos pinóquios deste Mundo, Bairrada incluída.

terça-feira, 29 de março de 2011

Jogo de Basket e sorteio de rifas para o Renato

Hoje abstenho-me de tentar fazer humor aqui no Bairradices, mas deixo o palco para o Diário de Notícias e para o tio de Renato, daquele basquetebolista, modelo... de Cantanhede. O assunto tem a ver com um jogo de basquetebol no passado domingo, eis a peça jornalística (segurem-se, é hilariante):

«Cantanhede vai voltar a reunir-se esta tarde, às 16.00, para lembrar Renato Seabra, através de um jogo de basquetebol. No intervalo vão ser vendidas rifas.

"O motivo deste jogo é porque não se abandona um amigo", justifica Heleno Pereirinha, tio de Renato Seabra que tem adiantado à Imprensa as iniciativas em homenagem do manequim. Contudo, contactado pelo DN.pt, este familiar não adianta se a mãe do jovem, Odília Pereirinha, irmã, Joana, o cunhado, José Malta, ou amigos vão estar presentes nesta homenagem.

A partir das 16.00 horas deste domingo, Cantanhede vai ser palco de um jogo solidário de Basquetebol, modalidade praticada pelo agora acusado homicida de Carlos Castro.

A entrada para assistir ao encontro entre as equipas basquet Clube de Cantanhede e União Futebol Clube de Buarcos é gratuita. "Durante o intervalo vai haver um sorteio da associação, através da compra de rifas", informa Heleno Pereirinha».

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Humor negro em forma de espiral

Os acontecimentos de Nova Iorque, que, supõe-se, terão envolvido um jovem modelo de Cantanhede e um veterano colunista social, têm servido de mote a uma sucessão de estórias em páginas e páginas de jornais, em horas de rádio e de televisão e nas pequenas tertúlias de bairro e lavadouro deste país.

Em Cantanhede dão cara nas notícias os familiares, amigos, amigos dos amigos dos familiares, professores, funcionários das escolas e o cobrador das quotas do clube de basquetebol onde parece ter jogado o jovem modelo, entre muitos outros... que lá vão abonando a boa imagem do modelo.

Em situações deste tipo - que tanta gente deixa atónita, até porque o cenário dantesco dos acontecimentos assim o permitiu - por entre lamentos, carpideirices e sentidas emoções, aparecem - em simultâneo - rasgos de humor negro, suavizando a gravidade dos actos... e voilá, a criatividade salta como uma rolha.

É na Internet que as coisas fluem e este parece ser agora o melhor tema para parodiar. Aqui ficam os mais gritantes:

Primeira
Noite cerrada em Nova Iorque, tudo calmo. Num quarto de hotel um dialogo irrompe a noite serena:
-Carlos?
-Sim
-Castro?
-Nããããããoooooooo

Segunda
Carlos Castro terá dito ao jovem modelo bairradino:
- Renato, eu sou velho mas sou como o vinho do Porto: Quanto mais velho melhor!
Resposta pronta
- Ai é, então espera aí que eu vou buscar o saca rolhas!

Moral da história
"Bairradino que se preze anda sempre munido de saca-rolhas, não vá ficar por abrir alguma preciosidade".

Ainda a propósito do tema, será que o JN não tinha outra foto do Renato? Desde quando é que o Carlos Castro é pinguim?

domingo, 9 de janeiro de 2011

Perfume com cheiro a Cantanhede

Chama-se “Vidaurre, le parfum” e desenganem-se os que pensam que é uma essência libertada e/ou espalhada pelo presidente da Câmara de Cantanhede, João Carlos VIDAURRE Pais de Moura.

A fragrância, no entanto, quase que podia ter o rótulo do autarca. A criadora tem um nome semelhante ao da sua filha (Maria VIDAURRE), foi criado numa cidade com o mesmo nome daquela que dá nome ao município que gere e num local que é "a jóia da coroa" para o autarca: O Biocant Park.

Correndo o risco de enobrecer o nome de Cantanhede no panorama nacional e internacional - como fez ( e continua a fazer) o Licor de Merda - o novo perfume, criado por Maria Vidaurre, no Biocant Park, que, diga-se, está paredes-meias com a mal cheirosa Quinta Biológica do município, na Zona Industrial, promete dar uma lufada de ar fresco no sector da cosmética e da beleza.

"O novo Vidaurre Le Parfum, uma criação dos Laboratórios Vidaurre, parte do conceito de que a mulher é energia, e é essa mesma energia que deve usar de forma a atingir a sua liberdade individual, com vista a descobrir o seu poder pessoal", é o que diz a criadora.

A essência "Made in Cantanhede" está já disponível nas lojas El Corte Inglês por 58 euros e em breve estará em muitos mais locais.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Momentos iluminados de Natal na Bairrada

O espírito natalício da Bairrada na transversalidade do território vinhateiro no ano da Graça do Senhor de 2010... apesar de alguns exemplos sem muita graça mesmo. Aqui deixamos o resultados das iluminadas decisões dos autarcas bairradinos.

Momentos de Natal em Anadia...


Em Águeda...


Em Cantanhede...



Em Oliveira do Bairro...


E na Mealhada.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Toma lá Pinheiro

Não julguem que com o título desta postagem estou a meter-me com algum vereador de Cantanhede (José António Pinheiro) ou da Mealhada (Filomena Pinheiro) ou muito menos com o presidente da Associação Comercial e Industrial da Mealhada (Carlos Pinheiro), todos eles pertencentes ao grande pinhal da política e do poder local.

Toma lá Pinheiro foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando vi na imprensa a iniciativa da INOVA – Empresa de Desenvolvimento Económico e Social de Cantanhede, que mais uma vez está a distribuir gratuitamente pinheiros de Natal, na Praça Marquês de Marialva, onde os interessados podem adquirir, sem qualquer custo, uma árvore de Natal para decorar a sua habitação durante a quadra.

A INOVA, na tentativa de evitar que a malta dê cabo dos pinheiros nas nossas áreas florestais, decidiu-se pelo desbaste técnico controlado, distribuindo as árvores, prometendo, no final da quadra natalícia, ter um dispositivo na Praça Marquês de Marialva para recolha das árvores utilizadas.

Para que conste, aqui fica mais um trabalhinho da INOVA. Um serviço limpo, sem atentados à natureza e aos pinheiros... os de Natal.

domingo, 15 de agosto de 2010

Banco de Cantanhede chumbou nos testes de stress do Verão

Depois de ler que clientes da Caixa Geral de Depósitos de Cantanhede não conseguiram levantar dinheiro porque a agência não tinha "saldo" disponível, comecei a duvidar dos resultados dos testes de stress feitos recentemente e que davam conta que os bancos portugueses estão preparados para qualquer tsunami financeiro que possa ocorrer.

De facto, parece que aquela dependência bancária bairradina não ultrapassou os testes de stress de Verão ou da Emigração e teve que negar dinheiro aos clientes.

Parece piada mas entrar num banco, tentar fazer um levantamento e vir de mãos vazias é coisa quem nem ao diabo lembra. É do tipo de querer viajar numa auto-estrada e não haver tickets para retirar na máquina, ou quem sabe ir a um posto da GNR e não haver impressos para registar uma queixa.

Deve sentir-se muito mal um solícito funcionário dizer ao cliente que não tem dinheiro mas que pode dirigir-se a um outro banco ali perto e levantar uns tostões.

Realmente diz o slogan que a "CGD é o banco de todos nós" e como todos nós estamos mesmo sem pilim, até que não é descabido ir ao banco e ele estar como os portugueses, com o forro dos bolsos para fora.

Já agora vejam a notícia que dá conta que um cliente tentou levantar 12 mil euros, mas como o banco não tinha fundo de maneio entrou em negociações e ainda baixou até aos 9 mil euros, mas nem assim. Leiam aqui a notícia completa no Diário de Coimbra.

domingo, 8 de agosto de 2010

António Mexia na conta de um habitante de Vilamar

Numa rápida leitura pelos jornais da região nesta época de quase "defeso" no jornalismo local, onde pouco se fala para além da Volta a Portugal (se é que volta) e nos incêndios (esses sim, infelizmente, regressam todos os anos), encontrei uma notícia preocupante, que tem a ver com energia eléctrica e taxas mal cobradas para quem usufrui daquele serviço.

A história é avançada pelo Jornal da Bairrada e dá conta de um consumidor da EDP de Vilamar (Cantanhede) que quase ficou em "choque" por lhe ter sido cobrada uma quantia de 800 e tal euros.

Diz o jornal que aquele contador de electricidade registava consumos eléctricos três vez mais do que na realidade acontecia. E diz que "perante uma factura de 802 euros, Filipe Marques, proprietário da casa, desconfiado de que algo não estava bem, resolveu instalar, por conta própria, um outro contador entre a saída do contador da EDP e a entrada do quadro eléctrico".

"Filipe Marques nem queria acreditar quando descobriu que o contador da EDP registava consumos três vezes superiores ao que na realidade acontecia. O lesado justifica que, desta forma, conseguiu encontrar explicação para a factura de 802 euros de energia eléctrica, mas não evitou que o dinheiro fosse levantado da sua conta bancária", pode ler-se no jornal, que aponta também que o consumidor "não baixou os braços e insistiu até que a situação fosse resolvida. E afirma que, “estranhamente, a EDP pediu 200 euros para que o contador fosse sujeito a uma aferição”. “Não entendo. O contador é da EDP, pago o aluguer e ainda pedem 200 euros para que o mesmo seja aferido”, desabafa Filipe Marques.

O jornal não consegiu ouvir a EDP mas sabe que, entretanto, a verba cobrada a mais já foi devolvida a Filipe Marques, actualmente a usufruir de um novo contador.

É caso para dizer que a equipa do administrador maior do grupo das energias, António, Mexia, literalmente, na conta deste contribuinte.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Expofacic voltou a ter tudo ao monte

Estive na edição deste ano da Expofacic, em Cantanhde, e vi, literalmente, um monte de (licor) Merda (ver foto).

Esta feira já nos habituou a outros aglomerados, senão vejamos: 5oo expositores, 43 tasquinhas, 416 mil visitas e muitos mais números que reflectem a grandiosidade da coisa.

Até o amigo Tony juntou mais de 70 mil pessoas, batendo os recordes da própria feira e até dos pic-nics do Modelo, com a particularidade da malta não precisar de levar um lenço ao pescoço ou outro adereço do solidário merchandising daquela cadeia de supermercados.

E por aqui fico, só queria mesmo testemunhar que fotografei aquele monte de (licor de) merda na Expofacic.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

E para quando o nudismo (legal) no Palheirão???

Todos os anos é a mesma coisa. O sol aquece e a malta quer é tirar a roupa, ou pelo menos reduzir umas peças. E é neste instintivo acto que damos por nós a pensar em como será bom levar com tudo o que é raio violeta, ultra violeta, azul ou amarelo em toda a extensão da nossa epiderme, em especial naquelas desgraçadas superfícies que nunca olham a cor do sol (e não falo apenas na planta do pé).

Mas tudo isto vem a propósito da criação de uma praia especial no concelho de Cantanhede para expor, não só as plantas dos pés, mas vasos e tudo o resto, no Palheirão, junto à Tocha . Já lá vão quase sete anos que o assunto "subiu" à Assembleia Municipal de Cantanhede, mas caiu de imediato, levando com o chumbo dos "bem vestidos" deputados daquele órgão.

Rezam os anais (descobertos) da história que a recusa foi mesmo expressiva, ao conseguir 30 votos contra, quatro a favor e quatro abstenções. As razões para o chumbo são justificadas pelo facto de existir, nas imediações daquela praia, um acampamento-escola de escuteiros. Foi melhor, então, votar contra a proposta e evitar um excessivo e generalizado "Sempre Alerta".

O certo é que votações à parte, o nudismo continua por lá e até o Clube Naturista do Centro indica aquela estância balnear como "Praia de Nudismo Tolerado". E diz mais: "Possui excelentes condições para uma frequência elevada de naturistas. A praia é muito grande e agradável. O nudismo, de ambiente geralmente familiar, verifica-se, tanto a sul, como a norte, do parque de estacionamento, onde na época de verão existe um pequeno bar móvel (...) No último dia de Setembro de 2003 a FPN viu, infelizmente, indeferida pela Assembleia Municipal de Cantanhede a legalização de um espaço destinado oficialmente ao naturismo nesta praia. No entanto, a título não oficial, a prática naturista continua ali a verificar-se".

E mais nada...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cantanhede: Advogado condenado

O Tribunal de Cantanhede condenou ontem um advogado a pena de quatro anos de cadeia, que fica suspensa na condição de pagar 200 mil euros a um cliente. O causídico apropriou-se indevidamente de duas indemnizações atribuídas ao seu cliente.

in Correio da Manhã, dia 12 de Maio de 2010


Esta notícia sugere-me uma conhecida anedota contada muitas vezes nos corredores das casas de justiça deste país.

Aqui vai:

Dois turistas ingleses caminhavam num cemitério português quando um deles leu numa lápide: "Aqui jaz um homem honesto e advogado competente", comentando para o seu companheiro:
- Já viste que aqui em Portugal enterram duas pessoas juntas numa mesma cova?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A minha memória piora a olhos vistos

Por mais que puxe pela cabeça e me desunhe a pensar, sinceramente, continuo sem reconhecer o tipo que está ao lado do Manel Ruivo.


Será o criador do Licor de Merda? Ajudem-me!


Esta foto foi "gamada" no blogue http://cantanhedesocialista.blogspot.com

quarta-feira, 17 de março de 2010

Bebedeira a pedal ou ciclismo vinícola

A história é verídica e passou-se em Cantanhede. O tribunal local acaba de condenar um ciclista a 210 euros de multa e três meses de inibição de condução de veículos motorizados, por conduzir uma bicicleta com uma taxa de 3,32 gramas de álcool por litro de sangue.

A bicicleta está aqui como "a cereja no topo do bolo" para tão rocambolesco episódio, que começa pela histórica taxa alcoólica, ou melhor, pelo pouco sangue no álcool que apresentava o ciclista, de 52 anos de idade.

Para além do vinho, o azar também lhe bateu à porta, pois embateu, na noite de 25 de fevereiro, num veículo ligeiro estacionado na via pública, na vila da Tocha, tendo danificado o espelho retrovisor do automóvel.

O amigo Hélder - é o seu nome - foi obrigado a efectuar o teste do balão pelas autoridades, depois da proprietária do outro veiculo ter chamado a GNR e o resultado foi... Pummmm, trazendo ao de cima 3,32 gramas de álcool por litro de sangue.

Reconhecendo que tinha bebido "alguns copos de vinho tinto", durante um encontro de amigos, pouco antes do acidente, Hélder disse que, no entanto, só se apercebeu que estava com tão elevada taxa de alcoolemia depois de ter feito o respectivo teste.

Num acidente a 800 metros de casa, a "pilotar" a sua bicicleta, Hélder ganhou o direito de ficar inibido de conduzir veículos com motor durante três meses e ter de pagar 30 dias de multa, à taxa de sete euros diários, para além de pagar as custas judiciais.

Para moral da história deixamos o aviso: Se pedalar, não beba.

Mas ainda estou a pensar como se pode atingir tal taxa a beber "uns tintos". O vinho Bairrada é fantástico.

A propósito, deixo um hino ao momento, com a ajuda dos Queen:

"I want to ride my bicycle
I want to ride my bike
I want to ride my bicycle
I want to ride it where I like"
hic...hic...hic

quinta-feira, 4 de março de 2010

E sai um licor para nuestros hermanos

Sem querer ser xenófobo, até porque o Bairradices não se dá a essas coisas baratas, o certo é que parece que o lixo televisivo não é exclusivo deste lado da Península, enveredando, à falta de melhor, por conversas de merda.

Há uns dias vimos dois caramelos espanhóis a promover um dos símbolos de Cantanhede, numa "chuchadeira" tal que pareciam ter feito a descoberta do século. Estes dois senhores, que só não são matéria-prima de tão afamado licor porque o mesmo é feito com merdas seleccionadas, quase que rebolaram no estúdio dando a impressão de que puseram a garrafa à boca por várias vezes, ao ponto de chegarem a ligar tardíssimo para um habitante daquela cidade bairradina.

Para a próxima não bebam tanto licor seus m... senão aqui a malta do burgo ainda pega no telefone pela madrugada para lembrar que de lá nem bom vento nem bom casamento, mas do lado de cá há merdas tão refinadas que até dão para fazer licor.

Cantanhede agradece a promoção. Cantanhede sim, não essa coisa esquisita de Castañede...


Mas o melhor é ver o vídeo em questão.

Bota no play


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Litério na canção dos autarcas esquecidos

Litério estes levam-te a sério... Pena é que não se lembraram do Nadais de Águeda e do Vidaurre de Cantanhede, pois os restantes são tipicamente portugueses, como são os casos do Ferreira da Silva Oliveira, de Oliveira do Bairro, ou do Costa Cabral, da Mealhada.

Naquele último caso, encontramos algumas raridades na vereação, que tem um Penetra e um Calhoa. Em Cantanhede há três raridades, todas femininas (Teodósio, Margato e Icília Moço, enquanto que em Águeda há duas: Garruço e Corga.

Finalmente em Anadia, para além do caricato nome de Litério, temos também um Pintado na vereação. Agora imaginem se a nossa pesquisa fosse mais abrangente, assim tipo Juntas de Freguesia. Aiiii é cada um...

Bota no play


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O poético circo eleitoral


Estão eleitos os mandatos
Acabou-se o circo eleitoral
Uns não passaram de candidatos
E outros não ficaram nada mal

Na Bairrada não houve surpresas
Na hora de contar os papéis
Houve sim muitas certezas
E muitos dedos sem anéis

Muitas foram as promessas
Disparates então foram mil
Muitos políticos ficaram às avessas
Tudo por causa do voto vil

Em Águeda houve um Gil demolidor
Que dizimou o regressado Azevedo
Nadais foi seu antigo vereador
E agora, presidente, comanda sem medo

Em Oliveira do Bairro a bomba foi Mário João
Destruiu Gala, outro regressado
Que devia ter ficado em casa a gozar a pensão
Do que ter saído dali depenado

Em Anadia a história não foi nova
Com Litério a conseguir muito mais
De voto em voto deu a prova
Que derrota o Pintado, a Céu e outros que tais

Em Cantanhede foi limpinho
Voltou a ganhar o partido da chaminé
João Moura recandidatou o seu grupinho
Deixando a oposição em rodapé

Termino com o concelho da Mealhada
Onde a catástrofe foi mesmo total
Carvalheira levou uma banhada
E o maior foi o Carlos Cabral

Todos cantaram vitória
Em mais uma noite eleitoral
Para uns veio a glória
Outros tomaram um “Melhoral”

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Carta de Condução? O que é isso?


A GNR de Cantanhede cometeu, esta semana, a proeza de apanhar uma mulher sem carta de condução, ou melhor, uma senhora que já foi apanhada 37 vezes pela mesma razão, quase sempre na zona de Coimbra e nos últimos 21 anos.

A senhora em causa conta ao Correio da Manhã (veja o artigo) que já chumbou oito vezes no exame de código e alegando que não tinha dinheiro para mais porque tinha três filhos para criar, decidiu pegar no volante e acelerar, até porque isso de carta de condução é para os outros (os que passam à primeira no exame e para os que não têm três filhos).

Pergunto à senhora Cristina (condutora arrojada e auto-proclamada "às do volante") se nestes 21 anos de multas, em que até se vangloria por ser julgada duas vezes na mesma semana, chegando a cumprir três anos de prisão, quanto dinheiro gastou? Quando dinheiro está a gastar ao erário público?

Olhe senhora condutora faça um favor a si própria e à comunidade e vá ao Centro Novas Oportunidades e ponha-se a estudar (porque é grátis e não vai colidir com a criação dos seus filhos), aprenda a ler e a interpretar o que lê e depois apareça na escola de condução e tire a carta de vez… Não duvido que conduza bem, mas é só por uma questão legal, se sabe o que isso significa.

E mais lhe digo: Até a velhinha anedota daquele que não tinha carta porque a família não escreveu já está forma de moda. A malta agora até manda e-mails. Tenha juízo Cristina e tente entrar para o Guinness por outras razões, das quais os seus três filhos se possam orgulhar
.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Um inofensivo 31

Esta foto foi colhida no decorrer da Expofacic, a feira que atrai, anualmente, milhares e milhares de pessoas à cidade de Cantanhede. Do panorama musical às potencialidades económicas locais, a Expofacic dá mostras que é uma grande e sustentável feira festa, das maiores do país.

Inspirada, quem sabe, na "defunta" Expo-Mealhada, que garbosamente ainda paira no site da Câmara, nas tentativas de Anadia em criar uma feira maior ou nas reanimações de Águeda para uma nova ExpoÁgueda, a Expofacic mostra ser a mais resistente, a mais organizada, a mais mais.

Na foto que mostramos aqui vemos duas das muitas pessoas que fazem "30 por uma linha" para mostrar a pujança da autarquia local através de uma mega-feira... E por norma não se metem em nenhum "31" desnecessário, para que as coisas corram bem.

Por tudo isso esta foto é inédita e mostra o vereador Antonio Pinheiro e a vice-presidente Helena Teodósio, literalmente, debaixo de um enorme 31, que certamente não é em relação à feira, porque, mais uma vez, está boa e recomenda-se... Ora diga 33.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Wireless já tem "barbas" na Bairrada


Durante escavações recentes nos EUA, os arqueólogos descobriram, a 100 metros de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1.000. Os americanos concluíram que os seus antepassados já dispunham de uma rede telefónica desde aquela época.

Entretanto os espanhóis escavaram também o seu sub-solo, encontrando restos de fibras ópticas a 200 metros de profundidade. Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham cerca de 2.000 anos de idade, divulgando triunfantes, que os seus antepassados já dispunham de uma rede digital à base de fibra óptica quando Jesus nasceu! Incrível.

Uma semana depois, na Bairrada, num dos muitos conceituados semanários, foi publicada a seguinte notícia:

"Após inúmeras escavações arqueológicas no subsolo de algumas zonas do concelho de Anadia, Águeda, Cantanhede, Mealhada e Oliveira do Bairro, entre outras cidades bairradinas, até a uma profundidade de 500 metros, os cientistas locais, com a supervisão dos técnicos do Pólo Inovação de Aveiro, não encontraram absolutamente nada. Assim se conclui que os antigos habitantes desta região já dispunham, há 5.000 anos atrás, de uma rede de comunicações sem fios, vulgarmente conhecida hoje em dia pela designação de «Wireless»”.

PS – Em Castanheira do Vouga (Águeda), apesar desta freguesia se situar já em solo extra-bairradino, a situação foi também descoberta, mas os populares locais, desconhecendo esta conclusão arqueológica, decidiram boicotar as últimas eleições europeias em manifesto pela falta de Banda Larga na freguesia.
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